O verão está chegando e com ele o clima de férias, calor e dias deliciosos na beira do mar ou da piscina. Diante desse cenário, é normal passar bastante tempo com o maiô ou o biquíni molhado. Quem nunca foi direto para um barzinho com uma saída de praia, que atire a primeira pedra!

Porém, o que algumas pessoas não sabem é que esse costume pode causar sérios problemas, especialmente à saúde íntima da mulher. Reunimos neste post alguns dos perigos dessa prática para ajudar você a terminar o verão apenas com um belo bronzeado, mas plenamente saudável. Leia mais!

Candidíase

A candidíase é um fungo que se prolifera em ambientes quentes e úmidos. Por essa razão, ficar muito tempo com o biquíni molhado é um convite e tanto para que essa incômoda infecção se instale no seu organismo. Coceira, secreção esbranquiçada e vermelhidão são os principais sintomas, e o tratamento adequado é à base de antifúngicos.

Para evitar que ela se instale, procure ter uma peça seca para trocar após o banho de mar, ou então invista em biquínis com tecidos tecnológicos. Fibras com construção vazada, supermicrofibras, proteção UV 50+ contra raios ultravioletas e tratamento antibacteriano nos tecidos fazem com que essas peças sequem mais rapidamente.

Além de evitar a propagação de bactérias e fungos, essas tecnologias também promovem o conforto, já que também há um tratamento com microcápsulas de aloe vera, que agem sobre a pele e liberam o ativo hidratante.

Infecção urinária

A infecção urinária é bastante comum e gera muitos desconfortos à mulher, como dor ao urinar e febre alta. Com a temporada do calor, a exposição a esse tipo de problema é bem mais acentuada, de forma que tomar certos cuidados evitará que suas férias acabem em um consultório médico.

Entre os principais cuidados, a higiene correta da região íntima é a mais importante. Beba bastante água e procure se manter limpa e seca o máximo possível. Apostar em tecidos de qualidade, com toque macio e que não agridam ainda mais a sua pele também é uma ótima forma de se proteger. Afinal, você está de férias e não quer passar muito tempo preocupada com isso, não é mesmo? 

Dermatofitose

Além da candidíase, a dermatofitose é outro problema causado por fungos. Também conhecida como tinea, ela se dá pelo mesmo fungo que causa as frieiras nos pés. Porém, nesse caso, atinge a região da virilha.

Os principais sintomas são coceira, manchas escuras e escamação da área atingida. Assim como as demais doenças provenientes de fungos, locais escuros e úmidos são fatores que favorecem esse tipo de mal. Portanto, evite ficar com a roupa molhada por longos períodos.

Vaginose bacteriana

Causada pela proliferação desenfreada da bactéria gardnerella vaginalis, naturalmente presente na flora vaginal, essa doença causa um corrimento acinzentado e um forte cheiro de peixe podre — que é acentuado em contato com a água, após relações sexuais e a menstruação.

Seu tratamento exige antibióticos e abstinência sexual, embora não seja considerada uma Doença Sexualmente Transmissível (DST), pelo fato de ser causada por uma bactéria já presente no corpo feminino. A mudança no PH vaginal, assim como fatores externos, contribui para esse desequilíbrio.

Ficar com o biquíni molhado pode propiciar o surgimento de diversos outros males, como as frieiras e as micoses. Para minimizar o problema, marcas que se preocupam com o bem-estar das clientes vêm investindo cada vez mais em tecidos com alta tecnologia.

A construção vazada e os microporos, supermicrofibras e elastanos, além de ajudarem na velocidade da secagem do biquíni molhado, ainda conferem mais conforto e toque macio à peça. Portanto, invista em produtos de qualidade e desperte a sereia que há em você!

Pronta para arrasar no biquíni novo e curtir as férias de verão com muita saúde e estilo? Compartilhe este post nas suas redes sociais e inspire outras pessoas a se protegerem também!